"É tudo repetição da velha história
Um grande império, massacrando
E os escravos, lutando por liberdade
Derruba-se o império, cresce outro
E outro, e outro, e outro...e outro
E sempre teremos milhares de mortos
É tudo repetição da velha história
Um grande império, devorando
Cultura, recursos, e as filhas dos homens
E falando belas palavras de liberdade
Enquanto arma seus exércitos
E sempre teremos a exploração do homem
Muda-se somente o nome, ontem ouro, hoje petróleo
Ontem terras, hoje geopolítica
O resto é a velha natureza das coisas
Morrer por uma causa, por uma religião, por Deus
São todos suicidas, guerreiros em busca do paraíso
E sempre teremos cruzadas e guerras santas
E sempre teremos mães chorando dos dois lados
E sempre teremos o cheiro de cadáveres
E sempre teremos, poetas, mesmo que calados
Com uma bala na boca
Outro e outro e outro nascerá nas sombras (...)"
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